Um CEO testou um produto-piloto que falhou. A solução definitiva só estaria pronta um ano depois. Decidiu, mesmo assim, avançar. O produto chegou atrasado a 166 mil clientes. Trocado e incompleto para uma parte. As reclamações dispararam. Culpou funcionários e dirigentes intermédios. Que acionista manteria esse gestor no cargo? Duas coisas têm de sair hoje: as notas que faltam e o ministro. Não tem credibilidade para continuar a falar ao país, nem autoridade para dirigir os professores